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“O Gerente - Ayrton Senna”

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O que pode nos mostrar um piloto de Fórmula 1, como postura gerencial ?
O nosso saudoso e querido Ayrton era um homem trabalhador, obstinado, detalhista, exigente com ele mesmo, e acima de tudo rápido, além de outras qualidades.
A história da carreira dele, não é necessário contar, todos nós conhecemos; desde o tempo do kart, até aquele Domingo inesquecível e que silenciou a todos.
Ayrton não era rápido, somente como piloto, ele era rápido como profissional. Ele era primeiro exigente com ele mesmo e depois com todos da equipe. Ele era detalhista, queria conhecer a fundo o bólido que iria dirigir afinal, era ele que teria de vencer. Queria conhecer o trabalho de todos, e quando podia contribuir para melhorar, ele oferecia a sua opinião, sempre respeitando a opinião dos seus pares.
Ayrton era o primeiro a acordar e o último a ir dormir; não dormia tarde porque estava se divertindo, ele estava trabalhando. Ele nunca estava satisfeito, o que ele fazia era pouco, no entendimento dele.
Ayrton algumas vezes parecia carrancudo, fechado, aparentava até uma certa antipatia. Eram só aparências, ela estava concentrado, absolutamente dedicado ao que estava fazendo.
Ayrton Senna era egoísta ? Não, ele era um profissional excepcional. Ele era responsável, sabia que todos trabalhavam para que vencesse, ele era comprometido. Ele não se preocupava em ser líder, aparentava muitas vezes timidez e desconforto frente os holofotes da mídia mas, ele era um líder. Ele não queria mandar, dar ordens, ser chefe, ele estava preocupado com os resultados.
Ayrton Senna era rápido em tudo o que ele fazia. Durante muitos anos de trabalho ele se exercitou para ser rápido, não somente como piloto, rápido em suas ações.
Ayrton Senna era o exemplo do verdadeiro profissional, ele era um GERENTE.

Autor: Jorge Canal Michalski

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